A ciência a serviço do poder

Por Dr. Liberato Caboclo*

Muito se fala nos dias atuais sobre o perigo das  armas nucleares, mas pouco se comenta da submissão dos cientistas aos interesses dos tiranos. As bombas Napalm ou agente laranja, são fatos recentes, mas a ciência colaborou com Hitler de modo ostensivo.

A inteligência inglesa sabia do efetivo dos pilotos alemães e, sabendo que a performance do piloto depende de um mínimo de horas acordado, pois, após um voo, o piloto tem um sono incontrolável, calcularam os ingleses  a frequência dos raids e o alerta para os civis se protegerem nos abrigos subterrâneos. Os cálculos falharam. Os alemães haviam sintetizado a efedrina, até hoje usada pelos caminhoneiros com o nome de rebite.

Quando os nazistas invadiram a Holanda, houve ordem para que os soldados germânicos estuprassem as holandesas, no processo de purificação da raça. A Holanda tem uma grande população judaica. O rei da Holanda imediatamente autorizou o aborto. Mas aí os alemães ressuscitaram uma velha teoria desde os gregos, a chamada telegonia, uma fêmea fecundada por um macho, todos os seus filhos terão as características do macho anterior. Um besteirol que atravessou o tempo e se tornou uma crença entre pecuaristas desinformados.

Nesta politização em torno de vacinas é preciso estarmos atentos. No entanto, a vacina é a única solução para a pandemia.

*Dr. Liberato Caboclo é médico, professor  e ex-prefeito de São José do Rio Preto

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