DIA DO TRABALHADOR E PANDEMIA

‘Sindicato dos Metalúrgicos de Mirassol e Região segue na luta’

O Sindicato dos Metalúrgicos de Mirassol e Região, presidido por Luiz Fernando dos Santos, que no decorrer de sua longa história sempre foi atuante e nunca fugiu à luta, agora, mesmo diante da pandemia do coronavírus, continua resistindo e na luta pelos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras.

Neste 1º de Maio, dia em que se comemora o Dia do Trabalhador, o Sindicato de Mirassol lamenta não poder comemorar como nos anos sem Covid-19, com festas, premiações e eventos de confraternização com os trabalhadores e suas famílias.

“Em nome de nossa diretoria quero cumprimentar todos os metalúrgicos de Mirassol e da região, e dizer que infelizmente, mais uma vez, não haverá como comemorarmos do jeito que gostaríamos porque temos que manter o distanciamento social para não prejudicar trabalhadores e seus familiares. Mas temos a esperança de que no ano que vem isso terá passado e vamos pensar em outras formas de comemorar”, disse Luiz Fernando.

Fernando, presidente do Sindicato/Divulgação

UNIDOS NA LUTA POR MELHORES DIAS

Por outro lado, se não é tempo de comemorar, é tempo de continuar a luta em prol da categoria metalúrgica. O mundo do trabalho não será o mesmo após essa crise. É um momento de rápidas transformações e o movimento sindical precisa e já está se adaptando a tudo isso.

“Tanto durante a crise do coronavírus como após, os sindicatos estarão atentos para que os trabalhadores não percam o que já foi conquistado. Nesse momento, por exemplo, estamos lutando pela volta do auxílio emergencial de R$ 600,00 porque o que o governo está pagando mal dá pra uma semana”, destacou Luiz Fernando.

O Sindicato de Mirassol está unido às centrais sindicais que estão lutando não só pelo auxílio, que atendeu mais de 60 milhões de trabalhadores vulneráveis em 2020, mas também  pela aceleração da vacinação,  medidas de proteção aos empregos e salários, apoio às empresas que geram os empregos, mais recursos para o SUS e coordenação urgente de gestão da crise sanitária.

“É por tudo isso que lutamos. Não podemos simplesmente cruzar os braços e lamentar a crise, temos que ficar atentos para não sermos passados pra trás porque haverá novas mudanças nas leis trabalhistas.  Mas quando tudo isso passar — e vai passar – poderemos comemorar, não só o Dia do Trabalhador mas também os dias melhores que virão, sempre com o pé no chão, a cabeça aberta e a esperança acesa”, finalizou o presidente.

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